quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

O clássico argumento das prioridades


Obama decidiu pôr termo ao banimento legal dos homossexuais nas Forças Armadas norte-americanas.
O Almirante Mullen e o Secretário da Defesa Robert Gates, de uma forma consistente e inequívoca, apoiaram a decisão de Obama mas houve quem não concordasse.Transcreve-se por exemplo:
“Num momento de recessão e de uma potencial crise de emprego de longa duração, uma guerra com duas frentes e uma ameaça à segurança nacional, em curso, de radicais islâmicos que iriam adorar ver um avião cheio de americanos ser bombardeado em pedacinhos, duvido que uma das principais prioridades nas mentes da maioria dos americanos seja promover a homossexualidade aberta nas nossas forças armadas. E, no entanto, esse é o caminho que o presidente Barack Obama – e aparentemente, alguns dos seus bajuladores conselheiros militares - por si escolhidos". (FTM)

3 comentários:

Margarida disse...

Seria prudente não mexer em tanto vespeiro de uma só vez e também há a questão das prioridades, pois claro. Como em tudo na vida.
Não sei em que é que a política do 'don't ask, don't tell' está tão mal para mais uns tempos.
Será que os próprios estarão assim tão interessados nestas convulsões?
Cada vez mais me vou convencendo que esta temática é do interesse ardiloso de algumas agendas, mais do que da vida dos homossexuais.
De 'tolerância' quase passa a 'devassa'.
Tudo péssimo.

A Torto e a Direito | TVI 24 disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
A Torto e a Direito | TVI 24 disse...

Sem prejuízo de tudo quanto é sensato no seu comentário, parece-me que convulsão, convulsão deve ser viver com a política do "DADT" (FTM)